A dificuldade econômica e as condições do Orçamento Geral da União podem manter a faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) longe das metas previstas para o ano. Em contrapartida, as faixas de renda maiores tem perspectivas positivas para o período, principalmente, com o grande número de lançamentos.

O MCMV mudou e impulsionou o mercado imobiliário, os tipos de imóveis contemplados pelo programa são os que mais crescem na construção civil. Em sua terceira fase, o programa tem tido um pouco mais de dificuldades de evoluir. De acordo com dados do Ministério das Cidades, no primeiro semestre apenas 27,14% do objetivo foi atingido – de 610 mil unidades habitacionais (UH) contratadas em 2017.

As faixas 1.5, 2 e 3, que operam com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS), tem sido mantida a perspectivas de crescimento. Segundo especialistas do mercado, a tendência é que o volume de lançamentos cresça no segundo semestre.

O desafio é criar um programa habitacional que dê conta do déficit. Os recursos para os subsídios do governo não são suficientes e não fecham a conta. Existe demanda, mas não tem terreno que se enquadre para vender na faixa.

Outro fator que impactou o programa e o mercado foi o teto do financiamento de imóveis novos com o uso do FGTS, que passou de 90% para 80%. Com isso, o consumidor precisa dar uma entrada maior para a compra. O que dificulta a realização do sonho da casa própria.

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