Início » O que as pessoas com 60 anos ou mais esperam de um imóvel 

Existe uma ideia bastante comum de que pessoa mais velha não quer mudar de casa. Que já está instalada, que o vínculo com o lugar é forte demais para ser quebrado, que mudança é coisa de quem ainda está construindo a vida. 

Os dados contam outra história. 

Segundo a pesquisa realizada pelo Data Housi com 1.200 pessoas em todo o Brasil, 63,6% das pessoas com 60 anos ou mais consideram mudar de residência nos próximos cinco anos. Não é um movimento de crise nem de resignação. É uma decisão consciente, motivada por necessidades concretas de quem sabe muito bem o que quer para essa fase da vida. 

Por que elas estão pensando em mudar 

As razões que aparecem na pesquisa são diretas e fazem todo o sentido quando você para para pensar. 

A principal delas é a dificuldade de manutenção da casa atual, apontada por 36,2% dos respondentes. Casa grande, com jardim, com muitos cômodos que ninguém mais usa, com estrutura que pede reforma constante. Em determinado momento, isso deixa de ser conforto e vira trabalho. 

A segunda razão é a sensação de insegurança no bairro (28,4%). Não necessariamente um bairro perigoso, mas um entorno que mudou, que ficou menos familiar, que perdeu os vizinhos e o comércio que davam a sensação de pertencer a algum lugar

A terceira é a falta de convivência (20,7%). Moradia isolada, longe de pessoas, de movimento, de vida. Para quem valoriza a presença de outras pessoas no dia a dia, isso pesa muito. 

O padrão que aparece nessas três razões é claro: o que o público 60+ está buscando não é um imóvel menor por obrigação. É um imóvel que funcione melhor para o jeito de viver que faz sentido agora. 

O que elas buscam no novo imóvel 

Os dados da pesquisa sobre preferências são o ponto mais revelador de tudo. E eles desfazem um equívoco que o mercado imobiliário carrega há muito tempo. 

O público 60+ não quer ambiente de clínica. Não quer se sentir cuidado de forma institucional. Quer autonomia com suporte disponível quando precisar. 

Veja o que a pesquisa mostra: 

  • 72,6% querem academia e espaço de fisioterapia no prédio. Não como luxo, como parte da rotina de saúde que essa faixa etária leva a sério. 
  • 75,9% contratariam serviço de limpeza avulso se o condomínio oferecesse. Praticidade, não dependência. 
  • 62,9% priorizam banheiro seguro, mas sem aparência institucional. Querem segurança com dignidade. Barras de apoio que pareçam parte do projeto, não equipamento de hospital. 
  • 63,6% escolhem a localização pela conveniência a pé. Esse é o dado que muda tudo sobre como pensar o imóvel para esse público. 

Por que o bairro importa tanto quanto o imóvel 

A preferência por conveniência a pé não é detalhe. É o critério que conecta todos os outros. 

Quando uma pessoa consegue resolver a maior parte da vida a pé, seja indo ao médico, ao mercado, à farmácia, à praça, ela mantém autonomia sem depender de carro ou de terceiros. Essa autonomia é o que o público 60+ está protegendo quando decide onde morar. 

Um imóvel com academia no prédio e banheiro bem projetado resolve muito. Mas se o entorno for desolado, sem serviços próximos, sem vida de rua, sem gente, resolve só metade do problema. 

O bairro, nesse caso, faz parte do produto. 

O que o Barreiro já oferece 

O Barreiro não precisa de rótulo de “senior living” para entregar o que essa pesquisa aponta como desejo. 

É um bairro com comércio completo, serviços de saúde próximos, praças, farmácias, padarias e vida de rua que existe há décadas. Quem mora aqui consegue resolver boa parte da rotina a pé, no próprio bairro, sem precisar enfrentar trânsito ou depender de transporte para o básico. 

Esse tipo de entorno não aparece nos anúncios de imóvel. Mas aparece no dia a dia de quem mora. E para o público 60+, como os dados mostram, é exatamente o que mais pesa na decisão. 

A Casa Grande está no Barreiro há quase 50 anos e conhece o estoque local, os bairros, os tipos de imóvel disponíveis e o que cada localização oferece de verdade para quem está nesse momento de vida. 

Se você ou alguém da sua família está pensando nessa mudança, fale com a gente. Sem pressa, sem pressão. Só conversa. 

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